Os heróis que saíram do banco para entrar na história

Os heróis que saíram do banco para entrar na história

Relembre casos de jogadores que entraram no decorrer da partida e decidiram encontros importantes

COMPARTILHAR

As arquibancadas pulsam empurrando a equipe para conseguir o gol da vitória. A temperatura sobe, e o clima no estádio praticamente inteiro é inflamante, menos em um lugar, que permanece gelado para qualquer um que está ali com uma sensação mista de ansiedade e impotência: o banco de reservas.

É quando o treinador, cansado de gesticular na área técnica, volta-se para os suplentes e fala com alguém. Pede para que ele faça o aquecimento, chama-o para dar instruções, bate no peito do comandado e diz qualquer coisa que, na prática, acaba sempre significando algo como “vai lá e resolve essa aí pra gente”.

Essa é a hora em que o coadjuvante se torna o herói improvável, o momento em que a peça esquecida do elenco entra em campo e mostra que estava simplesmente destinada ao sucesso. O escolhido pisa no gramado, muda os rumos da história e decide o jogo.

O futebol é pródigo nesse tipo de histórias. Um esporte com 22 atletas em campo que de vez em quando acaba sendo resolvido por quem vem de fora dele. Gente que pode ser chamado de estrela, talismã, sortudo, pé-quente, seja o que for. Mas que gravou seu nome em um momento importante quando quem estava lá antes não conseguiu.

Nesta galeria, o Alambrado relembra casos famosos de jogadores que saíram do banco de reservas para decidir jogos difíceis, e acabaram entrando na história com seus gols. Confira:

Adriano Gabiru
Adriano Gabiru
Adriano Gabiru provavelmente é o herói improvável mais lembrado do futebol brasileiro. O meia saiu do banco aos 31 minutos do segundo tempo da final do Mundial de Clubes contra o Barcelona, em 2006, para substituir o ídolo Fernandão. Fez mais que isso. Apenas seis minutos depois de entrar em campo, tocou na saída de Victor Valdés para marcar o gol do primeiro título mundial do Internacional. (Foto: Divulgação/ Internacional)
« 1 de 12 »

Deixe seu comentário!

comentários

COMPARTILHAR
Jornalista, 23 anos. Amante do futebol bonito e praticante do futebol feio